Não tema fãs de Twilight. Nesse junho, Robert Pattinson estará de volta nos cinemas como o vampiro mais quente de Hollywood, Edward Cullen, em Eclipse.
Enquanto isso, você pode pode vê-lo entre o amor e a guerra como o estudante universitário problemático Tyler no drama indie Remember Me. Jeanne Wolf descobriu porque Pattinson gostaria de ser mais como seu personagem, que não segura suas emoções.
O jogo do amor:
“Quando é sobre o sexo oposto, eu não sou totalmente confiante como o cara que interpreto. Eu nem me lembro da ultima vez que chamei alguém para um encontro, tipo, ir lá e chamar de primeira. Eu sou muito mais auto-consciente e não quero falhar. Então eu tenho tendência de guardar as coisas.”
Sobre soltar seu lado macho:
“Eu me identifiquei com Tyler no lado de que eu gostaria de ter feito coisas que ele fez quando eu tive oportunidade. Tem algo bem satisfatório sobre ser um pouco sem juízo e até brigar. É bem libertador apenas do nada começar a bater em alguém. Era divertido meio que deixar toda sua raiva no set. Tivemos essa grande cena onde eu dou porrada em alguns caras. Foi tudo bem e ninguém se machucou de verdade. Mas, no final, eu estava tipo fazendo essa coisa onde eu batia no meu próprio braço. Eles tiraram ela do filme, mas eu dei murros tão fortes em mim mesmo que eu estava com muita dor pelo resto das filmagens. Foi a coisa mais estúpida que eu já fiz.”
Ele já sentiu essa dor antes:
“Eu apanhei de muita gente quando era mais novo. Eu era um pouco idiota, mas sempre pensei que as brigas não eram provocadas. Foi depois que comecei a atuar e eu gostava de me comportar como um ator, ou como pensei que um ator deveria ser, e isso aparentemente provocou muita gente para me baterem.”
O que ele aprendeu de Pierce Brosnan:
“Saímos para jantar em um restaurante cheio de esses caras que pareciam banqueiros ou corretores de ações. Eles não me reconheceram, mas reconheceram Pierce. E ele disse, “Vê aquelas pessoas ali olhando?” Estou sentado lá ficando mais e mais consciente, mesmo que eu não tinha percebido que eles nem estavam olhando pra mim. De repente, Pierce se levantou e se apresentou para todos no restaurante, De primeira eu fiquei, ‘O que você está fazendo? Você é completamente doido,” mas funcionou. Todo mundo relaxou e parou de ficar olhando e você podia ver que eles iriam para casa dizendo, ‘Pierce é um cara muito bacana.”
Sem problema em ser comparado com James Dean:
“Eu acho que ele foi a pessoa mais influente para jovens rapazes, especialmente atores, nos ultimos 50 anos. Então, quero dizer, não tenho vergonha de dizer que sou muito influenciado por ele.”
Enfrentando a pressão da bilheteria:
“É como um tipo de monstro. Quanto mais as pessoas pensam que conhecem você, mais você é identificado com um certo tipo de papel. As pessoas sempre costumavam me perguntar sobre sempre ser escolhido para um certo tipo de personagem e eu nunca tive realmente que me preocupar sobre isso. Você pensa que as pessoas te julgarão por seu trabalho. Mas a verdade é sobre se os filmes nos quais você está fazem dinheiro ou não. E se não está fazendo dinheiro, eles ficam tipo, “Oh, ele já está acabado.”
Seu gol principal:
“Você fica tentando fazer seu nome ser algo mais do que apenas uma celebridade sem sentido. É uma batalha difícil, mas eu acho que pessoas como Johnny Depp fizeram isso. Ele não é julgado por sua imagem pública, é apenas sua atuação que conta. Para chegar nesse lugar toma muita disciplina e esconder bastante.”








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