Jovem ator inglês, estrela dos filmes Twilight, ele é o heroi de Water for Elephants agora, enquanto ele aguarda por seu papel em Cosmópolis, o novo filme de Cronenberg.
Se você fosse um lugar…
Se eu fosse um lugar, seria a região de South Bank, em Londres. Fica entre a Galeria Hayward, o Teatro Nacional e muitas outras atividades, eu nunca fico entediado. Eu diria New York pela incrível vista formada pelos prédios e pelo ritmo acelerado da cidade, não importa a hora do dia.
Um cartunista…
Ralph Steadman, ilustrador dos textos hilários de Gonzo Highway de Hunter S. Thompson. Seu simples, mas perturbado traço nunca me deixa indiferente. Outra razão é, talvez, que eu consiga desenhar quase que nem ele!
Um prato da infância…
Ovos cozidos com sal à parte e torradas próximas às mãos. Inevitavelmente, isso faz eu me sentir como se fosse sábado, quando minha mãe fazia isso para mim. Eu fico um pouco nostálgico em relação a essa época.
Um animal…
Um elefante. É um inteligente e calmo animal. Eles têm uma incrível habilidade. Eu aprendi muito com ele enquanto trabalhava no filme. Eu também acrescentaria uma girafa, já que eu tive a oportunidade de brincar com um bebê girafa um pouco maior que eu. A língua preta delas surpreende.
Uma época…
Eu sou um grande fã do estilo musical e de roupas dos anos 60. Tanto na Inglaterra quanto nos Estados Unido, eu gosto de tudo daquela época.
Um álbum…
É difícil escolher um. Vou te falar meu Top 5: Night Train de Oscar Peterson, One Love de Bob Marley & The Wailers, Moondance, Van Morrison, Abbey Road, Beatles, e Enter The Wu-Tang (36 Chambers), da Wu-Tang Clan. Todos eles falam comigo, cada um a sua maneira.
Um artista…
O homem do canhão no circo. Eu gosto do risco. Eu amo ter a sensação de que estou voando. Ser uma mulher barbada, eu também não me importaria. Evita ter que fazer a barba!
Um livro…
Money, Money de Martin Amis. Eu li quando tinha 15 anos, eu li centenas de vezes desde então e sempre me faz rir. Amis conseguiu criar um mundo que é tanto engraçado quanto duro. Eu adoraria interpretar John Self, o heroi depravado, que, sem ilusões, ele criou.
Uma roupa essencial…
Sem hesitação, as peças íntimas. Na verdade é a única peça que você precisa! Isso e óculos de Sol, que é um acessório que eu amo! Em casa, eu estou constantemente com essa roupa.
Uma citação…
“Erros são as portas para o descobrimento”, de James Joyce. Outra semelhante: “Um homem pode ser destruído, mas não derrotado”, de Ernest Hemingway. As duas me fazem lembrar de que nossos maiores erros são as experiências com as quais nós mais aprendemos. A esperança de melhorar dá a todos o desejo de viver o próximo, não dá?
Tradução: Letti do Portal Twilight
Fonte: RobStenation
Via e Thx Portal Twilight
Postado por: Taty Vieira
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Nova entrevista do Rob para a revista L’Express da França
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É a Gabi's!!
on quinta-feira, 26 de maio de 2011
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Entrevista a Robert na revista TimeOut
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Nick Cullen
on sexta-feira, 27 de novembro de 2009
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Robert Pattinson é o ídolo do momento graças ao papel de Edward na série “Twilight” e Dave Calhoun , da Time Out Londres, foi conhecê-lo.
Encontramos Robert Pattinson abrigado num hotel de Nova Iorque. Nesta altura, é o mais perto de casa que é possível a este londrino de 23 anos. Já se passou quase um ano desde que estreou Crepúsculo, o primeiro filme da série Twilight, e Pattinson é muitíssimo procurado, especialmente porque ainda há mais três livros – e outros três filmes – por fazer. A sua vida mudou totalmente. Há apenas 18 meses, este rapaz articulado do sudoeste de Londres era um jovem actor com pouco mais no currículo que um pequeno papel em dois filmes de Harry Potter. Agora ele tem sorte se conseguir descer a rua sem jovens excitadas ansiarem que ele lhes passe as mãos pelos cabelos e os caninos pelo pescoço.
Nos filmes da série Twilight, Pattinson interpreta o vigoroso vampiro Edward Cullen. Após o sucesso esmagador de Crepúsculo, Lua Nova, o segundo filme da saga, já começou a quebrar recordes de bilheteira e Eclipse, a terceira fita do franchise já acabou de ser rodada, estando a equipa a preparar-se para filmar a quarta – e talvez última – da série no início de 2010.
O primeiro filme da série Twilight virou para si todos os holofotes. Estava à espera disso?
Sim, embora não tivesse a noção da dimensão da coisa. Não é como se eu fosse interpretar uma personagem como o James Bond, que todos sabemos que vai interessar as pessoas. O público ainda era uma entidade desconhecida. De certa forma, ainda é. Ainda é muito chocante perceber quem é a audiência destes filmes – é composta de mulheres mais velhas que mais novas. São elas que estão sempre a aparecer, não são adolescentes.
O que é o novo realizador, Chris Weitz, trouxe a Lua Nova?
Acho que a imagem do filme é completamente diferente. O estilo visual é menos granuloso. O primeiro foi rodado como um filme independente, este é muito mais épico, há planos mais encenados, cenas de composição mais elaborada.
Há apenas quarto livros da série Twilight. O que é que isso significa? Quatro livros, quatro filmes?
Exactamente, é o fim da série.
Ouviu alguma coisa sobre um quinto livro?
Estou seguro que não haverá um quinto livro ou um quinto filme. Seria estranho. Também seria estranho se dividissem o último livro em dois. Não há um local lógico para terminá-lo no meio.
Passou o Verão a fazer Remember Me, entre a rodagem do segundo e do terceiro filmes da série Twilight. É importante alargar horizontes?
Sim, eu ia trabalhar após o primeiro Twilight mas não encontrei nada que me agradasse. Passei um ano só a ir a reuniões e coisas do género. Depois fizemos o Lua Nova e pensei: não me posso arriscar a fazer o mesmo outra vez.
Hoje em dia, deve conseguir garantir que determinados filmes tenham luz verde.
Sim, mas o chato é que há muito poucos papéis que eu queira mesmo fazer. E eu não quero ser actor só por ser. Não sinto qualquer prazer particular em ser o centro das atenções.
Parece que atraiu multidões em todos os locais em que rodaram este Verão...
Sim, foi completamente louco e a presença dos paparazzi também. O filme vai estar na internet antes de terminarmos de rodar, não há nada de espectacular para eles verem.
Consegue manter a cabeça fria com os fãs?
Sim, não tenho problema com os fãs. Eles querem que façamos o melhor, estão do nosso lado. E se alguém lhes pedir para se moverem um pouco para o lado, para fora da minha linha de visão por exemplo, eles fazem-no. O problema são aqueles paparazzi, eles querem que falhemos a todo o custo.
P.s: Amei essa foto. *--*
E concordo com o Robert.. nada a ver ter cinco filmes.








